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Inauguração da 2ª Estação de Tratamento de Chorume por Osmose reversa

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A Alagoas Ambiental – CTR Agreste  inaugurou em abril de 2022, a 2ª Estação de Tratamento de Chorume por Osmose reversa, ela trata 130m³/dia de chorume bruto. O processo consiste em três fases/etapas de purificação. 

O chorume gerado na decomposição dos resíduos na célula classe II A ( doméstico/domiciliar) é bombeado para a lagoa de chorume bruto de lá ele é bombeado para o conteiner (contentor). A bomba de abastecimento da lagoa é controlada pelo sinal do nível do tanque interno de receção de chorume. O chorume entra no conteiner para o tanque de receção de chorume equipado com duas sondas de nível – uma para controlar a bomba de alimentação e a outra para evitar derrames. 

As etapas principais de tratamento integradas no interior da unidade contentorizada de Osmose Reversa são:

 ∙ Filtro de bolsa com 0,2 mm. 

∙ Pré-filtração por filtro de areia pressurizado. 

∙ Controle do pH por dosagem de ácido sulfúrico. 

∙ Adição de antiscalant. 

∙ Pré-filtração por microfiltração 5 μm (1-10 μm). 

∙ 1ª Etapa de Osmose Reversa.

 ∙ 2ª Etapa de Osmose Reversa. 

∙ 3ª Etapa de Osmose Reversa

A primeira etapa – na filtração é separado o líquido na entrada, ou seja, a água poluída, em dois efluentes: o permeado ( tratado) e o concentrado (rejeito) . As membranas utilizadas nesse sistema de Osmose Reversa possuem uma seletividade elevada, pois retêm todas as substâncias dissolvidas, permitindo apenas a difusão de uma pequena fração destas substâncias e das moléculas de água. Para assegurar o tratamento adequado do efluente e garantir o cumprimento dos valores limites de descarga, o sistema de Osmose Reversa é equipado com uma segunda e terceira fase de tratamento, onde o permeado da 1ª etapa alimenta sem tanque de tampão a 2ª etapa e, subsequentemente, a 3ª etapa. O rejeito gerado na 1ª etapa é bombeado para a lagoa de concentrado onde volta para a célula classe II A, participando novamente do processo de Osmose reversa.

O funcionamento é completamente automatizado e com sistemas de segurança que desligam em caso de problemas, o que, assim, aumenta o nível de proteção da unidade. O processo é visualizado e monitorizado em cada detalhe e um software de registo de dados permite a avaliação do funcionamento e a otimização do processo. O automatismo, com um moderno standard industrial, configura um nível máximo de conforto e de segurança para o operador, que pode seguir o processo em cada passo de tratamento e interferir por “Mouseclick”.

Também evita que isso agregue custo à coleta da prefeitura, porque quanto mais lixo eu gerar na minha casa, mais a prefeitura gasta com a empresa que vem aqui recolher e também para a empresa que enterra no aterro — explica a doutora em engenharia de materiais e professora da UFSM, Marta Tocchetto. Os produtos eletrônicos também podem ser reciclados, mas de outra maneira. Em pontos de coleta específicos, suas peças são divididas e enviadas fragmentadas para serem recicladas e reutilizadas. O óleo de cozinha e os móveis também devem ser entregues em lugares especializados para ter sua vida útil prolongada.

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